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domingo, 25 de novembro de 2012
O que é o Amor?
Quem descreveria o amor?
Tantos poetas já tentaram,
Mas, até hoje ninguém convenceu;
Porque ele é inexplicável;
E só o compreende;
É quem sabe vivê-lo.
Você entende o que é o amor?
Poderá entender, quando;
Não houver guerra,
Não houver traição;
Não houver violência contra a natureza;
Não houver maldade no coração dos homens;
Não houver desestruturação de família;
Quando os filhos reconhecerem seus pais,
Quando os pais souberem os deveres com os filhos;
Quando os casais se respeitarem;
Quando as pessoas puderem se olharem;
Quando houver cuidado com o dinheiro público;
Quando as verbas públicas forem bem administradas;
Quando as pessoas puderem abraçar os seus irmãos;
Isso é o começo;
O ponto de partida,
Para você entender;
O que é o AMOR.
Autora; Antonia Maria de Oliveira
segunda-feira, 16 de abril de 2012
História para Yná
História para Yná
.
Yná era uma menina muito pobre que foi criada apenas por sua mãe. As duas moravam em uma casinha humilde. Sua mãe mulher simples, porém bastante lutadora e letrada, procurava sanar as dificuldades que passava para criar a filha sozinha, criando vários tipos de história para servir de entretenimento para sua filha, que era muito só e não tinha nem se quer um aparelho de TV, para assistir um programa. Por isso, sua mãe procurava todas às noites agradar sua querida Yná com contos de outros autores ou mesmo por ela criados. Dentre as histórias que ela contava a que mais Yná gostava eram as façanhas de dois personagens que sua mãe criou: Melquídes e Janine.
Melquides, criança travessa, muito levada, gostava de brigar com seus colegas na escola, não respeitava as pessoas, não gostava de estudar, Essa menina só fazia o que realmente queria, era muito geniosa e vingativa, podemos dizer que essa menina não tinha limite e era bastante mal educada.
Janine, o oposto de Melquídes, menina meiga, dócil, uma criança que era elogiada por todos. Muito estudiosa e muito educada, amiga de todos, exceto de Melquídes que a atormentava muito, aquilo era o que se pode chamar de um capeta em pessoa. A menina demonstrava ter muito inveja de Janine e procurava sempre importuná-la com suas travessuras. Janine ao contrário, não sabia se defender tinha um coração puro, sempre seus amigos a defendiam das armadilhas que a outra armava contra ela.
Certa vez, numa comemoração da Páscoa, na escola onde elas estudavam, elas foram convidadas a dramatizar os símbolos que representam esse momento. Para essa peça se fez necessários vários autores, onde eles iriam fazer a simulação dos símbolos da Páscoa. A escolha para quem ia participar foi feito respeitando alguns critérios, entretanto tiveram o cuidado para não excluir aqueles que queriam participar. Houve um sorteio para saber quem iria simbolizar e atuar em cada papel da peça, porém não deixaram de observar o talento de cada um, que mais se identificasse com cada papel.
As professoras juntamente com todos que faziam parte da escola, passaram duas semanas trabalhando o tema em sala de aula. Confeccionaram lembrancinhas para darem as crianças, executaram um projeto interdisciplinar, com objetivo de trabalhar todas as áreas de conhecimento integradas e relacionadas ao contexto. Houve vários ensaios com os alunos que iriam se apresentarem. Toda escola estava inserida na realização desse evento, pois tinha como finalidade mostrar a toda comunidade escolar uma linda festa da Páscoa e ao mesmo tempo apresentar para os pais dos alunos o que a escola tem feito para melhorar o ensino-aprendizagem. Nessa comemoração houve um lanche que também relembrava a comida típica da época..
Cada criança tinha o seu papel na peça Melquídes iria representar o ovo, ou seja, iria levar um ovo, o qual simboliza o nascimento, a vida o ressurgimento de Cristo, Carlos iria representar o cordeiro que simboliza Cristo, o pastor de todas as ovelhas, Denise iria representar a cruz o símbolo oficial do Cristianismo, Carlos iria levar o pão e o vinho que simboliza o corpo e o sangue de Jesus Cristo, Maria entraria com a vela para simbolizar o “fogo novo” pois as velas são marcas das celebrações religiosas, enquanto Janine iria representar o Coelho, ela estava toda vestida de roupas de feltro, toda branquinha, parecia uma coelhinha de verdade. Com os seus olhos grandes e claros, com seu rosto pintado no formato de um daquele animalzinho. Quando Melquídes a viu, teve um momento de fúria, como já era de costume, partiu para cima de Janine, a derrubou porque queria tirar a roupa que ela estava vestida para ocupar o seu lugar no evento. Como se não bastasse pegou o ovo e amassou-o, deixando Janine bastante suja. Foi um alvoroço entre as pessoas que estavam organizando o evento na escola. Todos procurando limpar Janine, pois ela teria que entrar cantando e dançando, representando a música “De Olhos Vermelhos”.
Afinal, depois de ter tido um atraso para começar as comemorações de 40 minutos, mais uma vez a menina meiga que de tanto chorar, ( seus olhos claros estavam vermelhos, como se fosse os olhos do coelho), conseguiu como sempre abrilhantar à festa e ser muito aplaudida por todos.
Melquídes, devido seu mau humor e ser muito invejosa perdeu a festa. Sua mãe teve que se ausentar da festividade a levando consigo, já que a mesma estava dando o maior escândalo por não se conformar em ocupar o lugar da outra menina, que não era outra senão Janine.
Campina Grande, 05/04/2012
Autora: Antonia Maria de Oliveira
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Yná era uma menina muito pobre que foi criada apenas por sua mãe. As duas moravam em uma casinha humilde. Sua mãe mulher simples, porém bastante lutadora e letrada, procurava sanar as dificuldades que passava para criar a filha sozinha, criando vários tipos de história para servir de entretenimento para sua filha, que era muito só e não tinha nem se quer um aparelho de TV, para assistir um programa. Por isso, sua mãe procurava todas às noites agradar sua querida Yná com contos de outros autores ou mesmo por ela criados. Dentre as histórias que ela contava a que mais Yná gostava eram as façanhas de dois personagens que sua mãe criou: Melquídes e Janine.
Melquides, criança travessa, muito levada, gostava de brigar com seus colegas na escola, não respeitava as pessoas, não gostava de estudar, Essa menina só fazia o que realmente queria, era muito geniosa e vingativa, podemos dizer que essa menina não tinha limite e era bastante mal educada.
Janine, o oposto de Melquídes, menina meiga, dócil, uma criança que era elogiada por todos. Muito estudiosa e muito educada, amiga de todos, exceto de Melquídes que a atormentava muito, aquilo era o que se pode chamar de um capeta em pessoa. A menina demonstrava ter muito inveja de Janine e procurava sempre importuná-la com suas travessuras. Janine ao contrário, não sabia se defender tinha um coração puro, sempre seus amigos a defendiam das armadilhas que a outra armava contra ela.
Certa vez, numa comemoração da Páscoa, na escola onde elas estudavam, elas foram convidadas a dramatizar os símbolos que representam esse momento. Para essa peça se fez necessários vários autores, onde eles iriam fazer a simulação dos símbolos da Páscoa. A escolha para quem ia participar foi feito respeitando alguns critérios, entretanto tiveram o cuidado para não excluir aqueles que queriam participar. Houve um sorteio para saber quem iria simbolizar e atuar em cada papel da peça, porém não deixaram de observar o talento de cada um, que mais se identificasse com cada papel.
As professoras juntamente com todos que faziam parte da escola, passaram duas semanas trabalhando o tema em sala de aula. Confeccionaram lembrancinhas para darem as crianças, executaram um projeto interdisciplinar, com objetivo de trabalhar todas as áreas de conhecimento integradas e relacionadas ao contexto. Houve vários ensaios com os alunos que iriam se apresentarem. Toda escola estava inserida na realização desse evento, pois tinha como finalidade mostrar a toda comunidade escolar uma linda festa da Páscoa e ao mesmo tempo apresentar para os pais dos alunos o que a escola tem feito para melhorar o ensino-aprendizagem. Nessa comemoração houve um lanche que também relembrava a comida típica da época..
Cada criança tinha o seu papel na peça Melquídes iria representar o ovo, ou seja, iria levar um ovo, o qual simboliza o nascimento, a vida o ressurgimento de Cristo, Carlos iria representar o cordeiro que simboliza Cristo, o pastor de todas as ovelhas, Denise iria representar a cruz o símbolo oficial do Cristianismo, Carlos iria levar o pão e o vinho que simboliza o corpo e o sangue de Jesus Cristo, Maria entraria com a vela para simbolizar o “fogo novo” pois as velas são marcas das celebrações religiosas, enquanto Janine iria representar o Coelho, ela estava toda vestida de roupas de feltro, toda branquinha, parecia uma coelhinha de verdade. Com os seus olhos grandes e claros, com seu rosto pintado no formato de um daquele animalzinho. Quando Melquídes a viu, teve um momento de fúria, como já era de costume, partiu para cima de Janine, a derrubou porque queria tirar a roupa que ela estava vestida para ocupar o seu lugar no evento. Como se não bastasse pegou o ovo e amassou-o, deixando Janine bastante suja. Foi um alvoroço entre as pessoas que estavam organizando o evento na escola. Todos procurando limpar Janine, pois ela teria que entrar cantando e dançando, representando a música “De Olhos Vermelhos”.
Afinal, depois de ter tido um atraso para começar as comemorações de 40 minutos, mais uma vez a menina meiga que de tanto chorar, ( seus olhos claros estavam vermelhos, como se fosse os olhos do coelho), conseguiu como sempre abrilhantar à festa e ser muito aplaudida por todos.
Melquídes, devido seu mau humor e ser muito invejosa perdeu a festa. Sua mãe teve que se ausentar da festividade a levando consigo, já que a mesma estava dando o maior escândalo por não se conformar em ocupar o lugar da outra menina, que não era outra senão Janine.
Campina Grande, 05/04/2012
Autora: Antonia Maria de Oliveira
Blog variado
Neste blog de tudo você vai a partir deste momento encontrar de tudo um pouco, assim como: textos sobre tecnologia, matemática, poemas, textos, contos ele vai ficar bastante diversificado.
Antonia Oliveira
Antonia Oliveira
sexta-feira, 23 de março de 2012
O que é Geogebra ?
O GeoGebra é um software de matemática dinâmica que reúne geometria, álgebra e cálculo. É desenvolvido principalmente para o ensino e aprendizagem da matemática nas escolas básicas e secundárias, por Markus Hohenwarter, na universidade americana Florida Atlantic University.
Por um lado, o GeoGebra é um sistema de geometria dinâmica. Permite construir vários objetos: pontos, vetores, segmentos, retas, seções cónicas, gráficos representativos de funções e curvas parametrizadas, os quais podem depois ser modificados dinamicamente.
Por outro lado, equações e coordenadas podem ser introduzidas diretamente com o teclado. O GeoGebra tem a vantagem de trabalhar com variáveis vinculadas a números, vetores e pontos. Permite determinar derivadas e integrais de funções e oferece um conjunto de comandos próprios da análise matemática, para identificar pontos singulares de uma função, como raízes ou extremos.
Estas duas perspectivas caracterizam o GeoGebra: uma expressão na janela algébrica corresponde um objeto na janela de desenho (ou zona gráfica) e vice-versa.
O blog Fichário de Matemática desenvolverá alguns trabalhos com o Geogebra e ficará sempre atento para as novidades que por sinal já estão surgindo em formato beta. Não é pelo fato de ser um software gratuito que abraçamos a ideia e sim pelo potencial do software Geogebra possibilitar que o processo de ensino e aprendizagem de alunos do ensino básico ao ensino universitário auxilie no desenvolvimento teórico e prático das ideias matemáticas.
Fontes: Geogebra Org.
Markus Hohenwarter, markus@geogebra.org
Judith Preiner, judith@geogebra.org
Fichário de Matemática, Contato
Por um lado, o GeoGebra é um sistema de geometria dinâmica. Permite construir vários objetos: pontos, vetores, segmentos, retas, seções cónicas, gráficos representativos de funções e curvas parametrizadas, os quais podem depois ser modificados dinamicamente.
Por outro lado, equações e coordenadas podem ser introduzidas diretamente com o teclado. O GeoGebra tem a vantagem de trabalhar com variáveis vinculadas a números, vetores e pontos. Permite determinar derivadas e integrais de funções e oferece um conjunto de comandos próprios da análise matemática, para identificar pontos singulares de uma função, como raízes ou extremos.
Estas duas perspectivas caracterizam o GeoGebra: uma expressão na janela algébrica corresponde um objeto na janela de desenho (ou zona gráfica) e vice-versa.
O blog Fichário de Matemática desenvolverá alguns trabalhos com o Geogebra e ficará sempre atento para as novidades que por sinal já estão surgindo em formato beta. Não é pelo fato de ser um software gratuito que abraçamos a ideia e sim pelo potencial do software Geogebra possibilitar que o processo de ensino e aprendizagem de alunos do ensino básico ao ensino universitário auxilie no desenvolvimento teórico e prático das ideias matemáticas.
Fontes: Geogebra Org.
Markus Hohenwarter, markus@geogebra.org
Judith Preiner, judith@geogebra.org
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