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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A importância da informática na educação

A importância da informática na educação

A cada dia que passa, a informática vem adquirindo cada vez mais relevância na vida das pessoas. Sua utilização já é vista como instrumento de aprendizagem e sua ação no meio social vêm aumentando de forma rápida entre as pessoas. Cresce o número de famílias que possuem em suas residências um computador. Esta ferramenta está auxiliando pais e filhos mostrando-lhes um novo jeito de aprender e ver o mundo. Quando se aprende a lidar com o computador novos horizontes se abrem na vida do usuário.

Hoje é possível encontrar o computador nos mais variados contextos: empresarial, acadêmico, domiciliar, o computador veio para inovar e facilitar a vida das pessoas. Não se pode mais fugir desta realidade tecnológica. E a educação não pode ficar para trás, vislumbrando aprendizagem significativa por meio de tecnologias. As escolas precisam sofrer transformações frente a essa “nova tecnologia” e assim constituir uma aprendizagem inovadora que leva o indivíduo a se sentir como um ser globalizado capaz de interagir e competir com igualdade na busca de seu sonho profissional.

O ensino por meio da tecnologia ainda é bastante questionado. Muitas escolas no passado introduziam em seu currículo o ensino da Informática com o pretexto da modernidade. As dúvidas eram grandes em relação a professores e alunos. Que professores poderiam dar essas aulas? Em princípio, contrataram técnicos que tinham como missão ensinar Informática. Uma outra dúvida pairava entre os educadores: O que ensinar nas aulas de informática?

Com o passar do tempo, algumas escolas, percebendo o potencial dessa ferramenta, introduziram a Informática educativa em seus currículos, que, além de promover o contato com o computador, tinha como objetivo a utilização dessa ferramenta como instrumento de apoio às matérias e aos conteúdos lecionados.

Vivemos em um mundo tecnológico, onde a Informática não pode ser vista como meramente “mais uma tecnologia”. É uma “nova tecnologia” que oferece transformação pessoal, além de favorecer a formação tecnológica necessária para o futuro profissional na sociedade. Dessa forma devemos entender a Informática não como uma ferramenta neutra que usamos simplesmente para apresentar um conteúdo. Devemos ter a percepção que, quando a usamos como conhecimento, estamos sendo modificados por ela e nos transformando em pessoas melhores e mais capacitadas para o mercado de trabalho.


Fonte: http://aa-cienciasdacomputacao.wikidot.com/

domingo, 4 de setembro de 2011

Elaboração de Projetos

Estamos concluindo as TIC"s e vamos dar início a outro curso, que poderíamos dizer que é a continuação do que estamos vendo no curso Ensinando e Aprendendo com as TIC's. Esses dois curso só vão aprimorar os nossos conhecimentos e contribuir para enriquecer a nossa prática pedagógica que consequentemente irá inovar o ensino, através das tecnologias e facilitar a aprendizagem dos nossos alunos.
Com esses cursos, nós poderemos utilizar mais a forma colaborativa, fazendo com que haja mais interação entre professores X alunos e alunos x alunos,outro aspecto que beneficiará a aprendigem é a utilização do trabalho com Projetos, pois nesse trabalho, os alunos pasam a ser um sujeito ativo do seu próprio conhecimento. Nesse sentido, eles perceberão mais significados nos conteúdos visto em sala de aula e isso, poderá ajudá-los a ter mais motivação em aprender.

Antonia Maria de Oliveira

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Parabéns Homens!

Hoje, dia 15 de julho se comemora o dia do Homem. Homem com H maiúsculos porque os de h minúsculos não devem ser parabenizados, pois precisamos neste mundo de Homens que honram seus compromissos. que lutem pela paz, pelo um mundo melhor. Homens que assumem seus filhos e sua família no geral, Homens íntegros que sabem respeitar e serem respeitados. Homens que servem de exemplos para a sua família, principalmente para seus filhos, Homens que respeitam e consideram suas companheiras. Homens com dignidade que honram suas palavras. Homens que acreditam em Deus como um ser superior a todos nós. A esses homens meus parabéns!

Antonia Oliveira

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O QUE É PORTIFÓLIO?

Portfólio
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Um portfólio, portefólio,portifólio (ou ainda porta-fólio) é uma lista de trabalhos de um profissional ou empresa. O portfólio é uma coleção de todo o trabalho em andamento na organização relacionado com o alcance dos objetivos do negócio. Toda organização tem um portfólio, mesmo que não reconheça especificamente. Consiste nos trabalhos que estão em andamento na empresa, estejam estes trabalhos relacionados de alguma forma entre si ou não. Algumas organizações tem portfólios separados por departamentos, divisões ou unidades de negócio. Em última instância, deve haver um portfólio abrangente para a organização como um todo.

Sobre os projetos de um portfólio, espera-se algum tipo de retorno. Classes de portfólio como um conjunto de aplicações no mercado de ações (portfólio de investimentos), projetos exploratórios de empresas de petróleo (portfólio exploratório), imóveis (portfólio de bens) ou um portfólio de quadros e fotografias, são montados esperando-se um tipo de rendimento. Das três primeiras classes acima, o retorno é facilmente identificado como um retorno econômico. Já a última classe, além de venda de uma pintura ou fotografia, pode-se considerar um retorno intangível, aquele medido de forma indireta, tais como no campo social, de divulgação de uma imagem ou estilo pessoal.

Curso Tecnologia Assistiva

Conclui o curso de Tecnologia Assistiva, Projetos e Acessibilidades:Promovendo a Inclusão, pela UNESP (Universidade Estadual de são PaulO), pela modalidade a distãncia.
Este curso teve como foco o trabalho com atividades que favorecem o conhecimento do ambiente Virtual de aprendizagem Telduc, da metodologia adotada, dos meios e materiais utilizados no decorrer do curso, além de orientações e respeito da administração do tempo em EAD e o estudo sobre Tecnologia assistiva.
O conhecimento das ferramentas do ambiente, a metodologia do curso e a interatividade facilitou muito para que nós, formandos, desenvolvéssemos hábitos de cultura em EAD, necessários para o sucesso do nosso desempenho durante o curso.

Antonia Maria de Oliveira

domingo, 5 de junho de 2011

Webquest

Trabalhe em Sala de aula com WebQuest - 9 dicas práticas.


Para garantir um bom trabalho, e necessário antes a familiarização do professor com a proposta, que pode ser obtida navegando nos bancos de WQs existentes.




Vale a pena pesquisar os seguintes enderecos:


http://www.webquest.org


http://www.webquest.futuro.usp.br


http://webquest.sp.senac.br




Roteiro de elaboração em 9 passos:




1. Defina o tema - Pense num assunto que faca parte do currículo, para o qual você possa dar uma abordagem interessante e cujo desenvolvimento possa melhorar suas aulas. Avalie se há bons sites e paginas sobre o tema.




2. Selecione as fontes de informação - As fontes de informação são geralmente sites, mas não exclusivamente. Podem ser também livros, revistas, jornais, até uma entrevista com um especialista, ou qualquer outra fonte que você julgar conveniente.




3. Delineie a tarefa - A tarefa e a alma de uma WQ. Por essa razão, dedique seus melhores esforços para planejar uma que seja motivadora e desafiante, que realmente possa ser realizada e que tenha a ver com a vida real. Se possível, evite coisas muito escolares como seminários, palestras, questionários.




4. Estruture o Processo - Passo a passo, como o grupo deve realizar a tarefa e que fontes de informações devem ser usadas em cada etapa. E frequente pedir aos alunos que desempenhem papeis, porque isso permite diferentes perspectivas de um mesmo problema.




5. Escreva a Introdução - O texto deve ser direto, instigante e envolvente. Use linguagem clara e compreensível. Lembre-se de que a pessoa estará lendo o texto na tela do computador, por isso, seja breve. Evite abordagem professoral.




6. Escreva a Conclusão - Assim como a introdução, a conclusão deve ser clara, breve e simples. Entretanto, tem o papel de promover a reflexão sobre o que foi visto e incentivar a continuidade do trabalho.




7. Insira o conteúdo no gabarito - Nessa etapa, você vai formatar o conteúdo definido no planejamento, inserindo-o num gabarito especial. Ele apresenta campos para inserção já nos lugares apropriados: seção Introdução, seção Tarefa, seção Processo, etc. E necessário abri-lo usando um editor de html.




8. Faca os acertos finais - Depois de inserir a WebQuest no gabarito, avalie a conveniência de incluir imagens, ou outros elementos, com o objetivo de enriquecer ou esclarecer certos aspectos. Coloque os créditos. Nada mais descuidado que uma WQ sem autores. Indique todas as fontes que usou, sejam sites ou livros. Agradeça a quem colaborou. Revise o material e procure testá-lo, para depois fazer ajustes finais.




9. Publique a Webquest - Depois que estiver pronta, revisada, testada e finalizada, e preciso colocá-la no ar, isto e, publica-la na Internet, para que possa ser acessada e utilizada pelas pessoas. Para fazer isso, e preciso hospedar a WB num servidor. Existem serviços de hospedagem gratuitos, que ir?o lhe dar todas as instruções de como publicá-la.




Fonte: Senac.

Postado por: Antonia Maria de Oliveira

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Projeto Dosvox

DOSVOX
Núcleo de Computação Eletrônica
Universidade Federal do Rio de Janeiro

LentePro - versão 1.4 - Manual de Operação

1. Introdução

O sistema Windows é hoje em dia o mais usado pelas pessoas que utilizam
micro-computadores. Embora relativamente simples de utilizar, ele faz
uso de muitos elementos pequenos (ícones, letras pequenas), que o tornam
desconfortável, e em muitos casos impossível de usar, por pessoas que
possuem problemas de visão. Em alguns casos, essas pessoas são obrigadas
a utilizar lentes de aumento ou aproximação para possibilitar a leitura
da tela.

Para ajudar este usuário Windows que tem dificuldades de visão foi criado
o programa LentePro. Através desse programa, o que aparece na tela é
ampliado numa janela, permitindo assim que todos os detalhes sejam
percebidos mesmo por aqueles com grau muito baixo de acuidade visual.

O programa tem as seguintes características principais:

. mostra uma área da tela ampliada numa janela, como se fosse uma lente de
aumento
. o índice de ampliação da imagem dessa janela podem variar de 1 a 9 vezes
. esta janela permanece visível mesmo quando uma outra janela é puxada para
cima de outras.
. o trecho mostrado pode acompanhar dinamicamente a posição do mouse ou
ser fixada pelo usuário

2. Instalação

O disquete de instalação contém o programa LENTEPRO. Para experimentar,
pode-se executar o programa diretamente do disquete.

Para uso permanente, entretanto, ele deve ser copiado para um diretório
qualquer do winchester do computador (sugerimos o diretório Windows).
Para executar esta copia o mais fácil é usar o Gerenciador de Arquivos
(ou o Windows Explorer). Abra uma janela para o disquete (dando dois
cliques sobre o ícone deste). Abra outra janela para o diretório do
Windows, no drive C. Arraste então o ícone do LentePro do A para o C
(para cima do diretório Windows).

Crie também um ícone de atalho num lugar mais fácil de ser visto,
arrastando-o para o Desktop ou para o grupo Acessórios.

Por último, é bastante conveniente editar as propriedades deste ícone,
tornando-o acionável diretamente pelo teclado. Nós aconselhamos criar
uma tecla de atalho que padronizamos em "CTRL-ALT-L". Essa propriedade
pode ser editada com o menu "Arquivos" no Windows 3.x ou ativando o ícone
com o botão da DIREITA do mouse, no Windows 95, clicando no campo
correspondente a tecla de atalho, e teclando "CTRL-ALT-L" (as três teclas
simultaneamente), depois Enter.

A partir deste último procedimento, sempre que se precisar da Lente,
basta teclar CTRL-ALT-L (clicando antes no Desktop ou do Gerenciador de
Programas) que ela aparecerá imediatamente.

3. Comandos do LentePro

a) Quando o LentePro aceita e quando não aceita comandos

A lente, uma vez acionada, fica continuamente realizando seu papel de
ampliar a tela (isso é feito geralmente 5 vezes por segundo). A lente
fica por cima das outras janelas, o que dá a impressão visual de que ela
é sempre a janela ativa, e portanto pode sempre receber comandos. Isso não é
verdade. Para que os comandos que vamos especificar adiante funcionem, é
necessário que a barra de título da lente esteja selecionada. Geralmente
a barra fica de cor azul, se a janela estiver aceitando comandos, ou
cinza se o "foco do teclado" estiver em outra janela.

Para fazer com que a lente passe a aceitar comandos, basta dar um clique
sobre ela: a barra superior se iluminará para indicar que ela está
atendendo aos seus pedidos.

b) Comandos

Números de 1 a 9 - Seleção de ampliação da lente
A lente é capaz de produzir várias ampliações, de 1 (tamanho
idêntico ao original) a 9 (ampliação máxima). A maior parte das pessoas
deve procurar usar valores entre 2 (o valor default) e 4. Acima deste
valor, existe uma granularidade muito grande devido ao processo de
ampliação, que pode dificultar a leitura.

Setas - cima, baixo, esquerda, direita - posicionamento da lente na tela
As setas mudam a posição da lente para permitir a visualização de
trechos escondidos. A lente também pode ser movida clicando-se na barra
superior dela e arrastando-a até um lugar adequado.

Nota: Como a maioria das janelas do próprio Windows, ela também pode
ser redimensionada clicando-se numa de suas bordas e arrastando-a para
mudar seu tamanho e também ser minimizada através do pequeno ícone da
barra superior, mas isso é raramente usado.

F1 - Aciona a ajuda online
Apertando-se F1, aparece uma janelinha de créditos do projeto
Dosvox. Teclando-se Enter, aparece um pequeno resumo desses comandos.
Para fazer desaparecer a ajuda, tecle novamente Enter.

F2 - Fixa a lente
A lente normalmente segue o mouse. Entretanto muitas vezes é
interessante fixar a imagem da lente num lugar qualquer para poder mexer
o mouse sem mexer na imagem da lente. Use F2 para acionar ou desacionar
esta opção.

F3 - Inverte cor da imagem
Para muitas pessoas, o contraste convencional de cores do Windows
(preto sobre fundo branco) causa cansaço visual. Assim, é possível pedir
que a lente inverta as cores, para diminuir este efeito, através da tecla
F3.

F4 - Mostra Cruz
A posição precisa do mouse é mostrada dentro da lente através de
uma cruz piscando. Essa cruz pode ser inibida ou permitida, teclando-se F4.

F5 - Largura total
Frequentemente é interessante tornar a lente o mais larga possível,
especialmente quando se está lendo ou editando um texto. Teclando-se
F5, a lente toma a largura total da tela.

F6 - Largura antiga
Este comando permite que a lente volte à ultima largura selecionada
(desfaz o F5).

F7 - Suaviza cantos
Este comando suaviza os cantos vivos produzidos pelo processo de
ampliação. Só funciona para ampliação maior ou igual a 3.

F8 - Muda o cursor interno da lente para uma das seguintes opções:
. cruz, mais ou xis

F9 - Ativa configurador interativo
Ativa um menu de configuração com as seguintes opções:
cursor: fixo, apagado ou piscante
imagem: normal ou invertida
tipo de cursor: cruz, mais ou xiz
suavização de canto: 90 ou 45 graus
Cursor segue ou não a teclagem
Ampliação (1 a 9)
Largura do cursor (1 a 9)
Persistencia (1 - baixa até 9 - alta)

Control-Setas - movem a imagem da lente na direção das setas. O cursor
do mouse acompanha o movimento da lente. Essa função é muito útil
para ler a tela.

Alt-Setas - identico a Control-Setas, porém bem devagar.

INSERT - Cursor segue o "caret" (cursor alfanumérico)
Quando a lente detecta que o usuário está realizando uma teclagem,
e a lente não está fixada, faz o cursor gráfico (e portanto, também a lente)
seguir o cursor de teclagem (caret). Use INSERT para acionar ou desacionar
esta opção.

Nota: Alguns programas (em especial o Word for Windows) não usam
como cursor alfanumérico o "caret" padrão do Windows, e neles, esta
função não consegue seguir automaticamente este cursor durante a edição,
apenas nos diálogos e configurações.

HOME - volta a lente a seu lugar de origem e tamanho original.

PAGEUP - move a imagem da lente para o extremo esquerdo da tela, mas
um pouco acima.

PAGEDN - move a imagem da lente para o extremo esquerdo da tela, mas
um pouco abaixo.

Control + números de 0 a 9 - Seleciona a largura do cursor da lente

Control + Alt + números de 0 a 9 - Seleciona a taxa de redesenho da lente

4. Terminando o LentePro

O programa LentePro é um programa comum, e assim, aceita as formas
de término de programa usuais: clicar duas vezes no botão de controle da
barra superior, ou pedir para fechar a janela usando o controle do menu
superior, ou clicar sobre a lente e depois apertar ALT-F4.

É possível também minimizá-lo através do botão superior de sua
barra. Para voltar ao seu tamanho normal, basta clicar duplamente sobre
o ícone minimizado.

5. Dicas de uso

O programa LentePro é bastante versátil, no sentido que é possível
encontrar formas pessoais muito confortáveis para usar os diversos
aplicativos Windows. Algumas formas são muito usadas:

a) ao editar textos, usar a janela com a maior largura (F5), fixa (F2) e
sem a indicação do cursor (F4). Então realizar a leitura utilizando
control-setas, e ao chegar ao fim da linha, PageDn.

b) ao acionar menus, trabalhar com a lente em seu tamanho normal (HOME).

c) ao trabalhar com programas de desenho, redimensionar a lente para que
ela mostre o trecho desejado, manualmente. Selecionar a ampliação mais
conveniente (1 a 9) para ver-se os detalhes do desenho.

d) usuários experientes, evitam mover o cursor para "acordar" a lente (ou seja
fazer com que ela passe a aceitar comandos), o que causa um desposicionamento
do trecho visualizado. Em lugar disso, usam as teclas alt-Tab, que promovem
o chaveamento de foco padrão do Windows. Essa técnica, entretanto, exige um
pouco de prática, para que se consiga selecionar corretamente as janelas.

e) A lente produz melhores resultados na operação do Windows, quando utilizada
em fatores de ampliação entre 2 e 4. Entretanto, a seleção da ampliação mais
adequada é uma decisão pessoal. Pessoas com problemas visuais graves certamente
utilizarão a lente com fatores muito maiores, pagando o preço de que a imagem
mostrada refere-se a um trecho menor da tela.

f) A pessoa idealmente deve poder usar a lente estando a uma distância de
cerca de 30 centímetros da tela, sem sentir cansaço visual. Isso nem sempre é
possível, e às vezes, a uniäo da lente com aparatos ópticos pode ser
desejável. A proximidade excessiva do olho à tela pode causar cansaço visual
e dor de cabeça, e deve, se possível, ser evitada.

Sugestão: Quando a pessoa tem uma deficiência visual grande e necessita
fazer um trabalho de digitação, é muito mais confortável utilizar para
a datilografia um editor de textos acoplado a síntese de voz (como o DOSVOX
ou outro qualquer), reservando o uso intenso do LentePro apenas para as
fases de embelezamento final do trabalho.

6. O programa LentePro é "freeware"

O programa LentePro, versão 1.0, foi criado pelo Projeto DOSVOX, do
Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de
Janeiro. Foi programado em Delphi 1.0 pelo Prof. José Antonio Borges,
em Março de 1997. Desde então, versões subseqüentes dele vem sendo
distribuídas gratuitamente por diversos meios, incluindo a Internet.

O projeto DOSVOX, bem como seu autor, tornaram pública e gratuita
sua utilização, visando permitir que milhares de pessoas com
deficiencias visuais de média severidade, possam utilizar mais
facilmente um computador, e desta forma, melhorar substancialmente
suas perspectivas pessoais e profissionais.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Reflexão

Tudo que fazemos na vida precisamos unir qualidades necessárias para chegarmos a algum lugar, dentre essas, quero mencionar a determinação, compromisso, perseverança, objetividade e motivação, à qual, não está nos faltando neste curso, pois nossas formadores estão sempre com muito carinho nos acompanhando regularmente e dando força para que chegamos atingir os nosso objetivos, que no momento é terminar o curso e colocar em prática tudo o que vamos aprender nele. Nesse sentido, precisamos formar grupos unidos pessoas com os mesmos ideais, gente querendo mudar o trabalho de inclusão que muitas vezes é só quantitativo e não qualitativo. Educadores que estão preocupados em mudar sua prática para oferecer um melhor ensino e consequentemente uma melhor aprendizagem para essas pessoas que por muito tempo eram tidos como pessoas incapazes de colaborar e transformar a sociedade.
Dessa forma, esperamos que cada um de nós que fazemos parte de um grupo possamos nos comunicar mais, tirando dúvidas, dando sugestões, fazendo indagações, trazendo novidades que podem ser retiradas de outras leituras retiradas de outras fontes que não sejam apenas o Material do Curso que tenho certeza que será de melhor qualidade, apresentar experiências vividas por você ou por outros colegas. Para isso, é necessário que o grupo esteja trabalhando com o mesmo ideal, que deve ser contribuir para o crescimento de todas as pessoas que se dispuseram a fazer este curso, que com certeza querem buscar ferramentas que podem ser utilizadas em seus trabalhos para dar significado aos conteúdos por eles trabalhados.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Deficiente...

“Deficiente” é aquele que não consegue modificar sua
vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da
sociedade em que vive, sem ter consciência de que é
dono do seu destino.
“Louco” é quem não procura ser feliz com o que possui.
“Cego” é aquele que não vê seu próximo morrer de frio,
de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros
problemas e pequenas dores.
“Surdo” é aquele que não tem tempo de ouvir um
desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois
está sempre apressado para o trabalho e quer garantir
seus tostões no fim do mês.
“Mudo” é aquele que não consegue falar o que sente e
se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
“Paralítico” é quem não consegue andar na direção
daqueles que precisam de sua ajuda.
“Diabético” é quem não consegue ser doce.
“Anão” é quem não sabe deixar o amor crescer.
Renata Vilella

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A Internet é um lugar de autoria ou de plágio?

A Internet é um lugar de autoria ou de plágio?




O século XXI trouxe consigo grandes avanços tecnológicos, dentre eles, destacamos a popularização da internet como conquista revolucionária em nossa sociedade. Entretanto, tais modificações geram também desafios quanto a adaptação desses instrumentos por parte da população.
Sobretudo, no âmbito educacional, os obstáculos se apresentam no que concerne ao desenvolvimento de habilidades por parte dos educadores e dos educandos quanto ao manuseio adequado dos dispositivos tecnológicos. Atualmente, não se concebe um individuo não tenha fluência ao acessar a internet, sendo esta capacidade tão importante quanto a leitura, escrita e contagem, no enfrentamento da vida cotidiana e na inserção no mercado de trabalho.
Um questionamento constante feito acerca da internet é se este é um lugar de autoria ou de plágio. Plágio refere-se a uma idéia de outra pessoa, que é utilizada com pouca ou nenhuma modificação. Já, o que é de autoria própria, é uma idéia absolutamente inovadora. Compreendendo que a internet é meio de troca de informações, ressaltando ainda que nesse ambiente o câmbio ocorre em milésimos de segundos, torna-se difícil a identificação de produções totalmente inédito.
Há também de se enfatizar que as idéias ou teorias nunca são propriamente originais, visto que qualquer inovação se fomenta em uma idéia antiga acrescida de adaptação. Outrora, as inovações surgiam com um espaçamento de tempo considerável, atualmente, as modificações são velozes, o que exige nas pessoas uma capacidade de aprender e se adaptar cada vez maior.
Devido à dificuldade em fiscalizar o turbilhão de informações que são oferecidas pela internet, como também, a exigência pela fluência tecnológica que é exigida na contemporaneidade, cabe as pessoas o desenvolvimento de habilidades funcionais como também de habilidades reflexivas. As habilidades funcionais para que o manuseio das tecnologias digitais sejam uma constante, e as habilidades reflexivas, para que haja discernimento quanto aos conteúdos educativos e o que é considerado lixo eletrônico. Assim, com a finalidade de utilizar todas as potencialidades digitais, cinco aspectos precisam ser elencados : A autoria; a crítica e a autocrítica; a riqueza das redes; as parcerias colaborativas e a renovação da critica fundamentada nos desafios propostos pela inovação da mídia
.Por fim, partindo do pressuposto que muito do que se é oferecido no âmbito virtual é plágio, deve-se incitar a análise crítica e o agir com ética para melhor uso dos recursos oferecidos pela internet,


Referências Bibliográficas
Demo, Pedro, Habilidades do Século XXI, Boletim Técnico do SENAC, Rio de Janeiro, v.34, n.2, maio/ago.2008 - http:://www.senac.br/BTS/342/artigo-1.pdf


Autora: Antonia Maria de Oliveira

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Plano de AULA

Antonia Maria de Oliveira
Disciplina: Design Didático
Mediadora; ELIZABETH Haier Maia Melo
Atividade - FINAL


PLANO DE AULA






PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINA GRANDE PARAÍBA
ESCOLA MUNICIPAL MARIA ANUNCIADA BEZERRA
COMPONENTE CURRICULAR: MATEMÁTICA
SÉRIE: 7° ANO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
TURNO: TARDE
FACILITADORA: ANTONIA MARIA DE OLIVEIRA

PLANO DE AULA


TEMA DA AULA: Triângulos
A EMENTA DO CURSO:
Potências e raízes. Conjunto dos números inteiros. Conjunto de números racionais relativos. Equações do 1° grau. Inequações do 1° grau. Razão e proporção. Grandezas proporcionais e regras de três. Porcentagem e juros simples. Estudo dos ângulos. Estudando triângulos e quadriláteros.
OBJETIVO GERAL – Perceber semelhanças e diferenças entre objetos no espaço, identificando formas tridimensionais ou bidimensionais, em situações que envolvam descrições orais, construções, cálculos e representações.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1) Identificar e classificar os tipos de triângulos quanto aos lados e ângulos;
2) Determinar a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo;
3) Resolver situações-problema envolvendo área de triângulo;
4) Construir outras figuras geométricas a partir do triângulo;
5) Elaborar textos a partir do triângulo com a construção de outras figuras;
6) Intercalar a matemática a outras áreas de conhecimentos.

PÚBLICO – ALVO: Alunos do 7° Ano da Educação Básica.
CRONOGRAMA: 2 aulas de 50 minutos cada (1 hora e 40 minutos)
CONTEÚDO: Triângulos
1ª AULA
CONTEUDO- Conceito, identificação dos triângulos, e classificação
ESTRATÉGIAS
Para introduzir esta aula procuramos identificar o conhecimento prévio dos alunos fazendo uma revisão sobre os polígonos, onde trabalhamos os elemento e nomenclatura dos mesmos. Esta foi feita em forma de pesquisa via internet e através do objeto de aprendizagem RIVED, dispusemos vários links para que pudessem fazer a pesquisa, sobre nossa orientação. A aula se deu no Laboratório de Informática, onde os alunos foram divididos em dupla, às quais foram formadas levando em consideração a zona proximal de desenvolvimento. O aluno que já tinha noção de informática auxiliava-nos no trabalho com a turma, executando o papel de aluno monitor Após o estudo mostramos várias figuras planas e espaciais para que eles manuseassem e reconhecessem dentre essas figuras, o triângulo. Dando continuidade, utilizamos o data show e o computador para juntamente com os aprendizes construíssemos o conceito de triângulos, identificássemos triângulos, e fizéssemos a classificação dos triângulos quanto os lados e ângulos
2ª AULA
CONTEÚDO – Construção de figuras geométricas a partir do triângulo e Produção textual.
ESTRATÉGIAS
Pedimos que eles construíssem outras formas geométricas a partir do triângulo, usando o programa PAINT, o que foi realizado com muita euforia por parte dos alunos, Sobre nossa intervenção chegaram a construir as peças do quebra cabeça tangran. Após essa realização pedimos que utilizassem as mesmas e criassem produções textuais, nos quais, outras disciplinas fossem intercaladas ao conteúdo matemático em estudo. Com nossa mediação conseguimos que eles criassem vários textos como: paródia, poema e textos narrativos. Posteriormente, pedimos que eles elaborassem em dupla, situações-problemas dentro de suas realidades envolvendo o tema trabalhado. Cada dupla passa a sua questão previamente elaborada para que a dupla seguinte responda, sendo assim, todos respondem questões e exercitam seus conhecimentos, que no final são debatidas em todo grupo. Após a realização de todas as atividades usamos uma câmara digital para fotografar os trabalhos realizados por eles e criamos um blog, intitulado Blog 7º Ano para colocarmos em exposição os trabalhos realizados. Como também fizemos o registro de todos os momentos das aulas para revertemos em vídeo, dando oportunidade para que outros educadores da escola possam vê-las e outras pessoas que cheguem a visitar o blog. Durante toda atividade tivemos o cuidado para incentivá-los quanto o erro, para que a partir do mesmo se chegassem à forma esperada.

MAPA CONCEITUAL



A TEORIA DE APRENDIZAGEM SUBJACENTE

A Teoria de aprendizagem na qual nos embasamos para realizar essas aulas foi a Construtivista. Já que nosso aluno teve a oportunidade de construir o conhecimento juntamente com o professor os aprendizes usaram materiais concretos, onde puderam manuseá-los, construíram formas, produziram textos, elaboraram situações – problema, sempre relacionados ao meio social onde estavam inseridos. Por outro lado, o professor deixou de ser um mero transmissor de conhecimento e passou a ser um investigador, observador, mediador, avaliador e facilitador de conhecimentos. Em todo momento das aulas o professor teve a preocupação de respeitar os conhecimentos de vida trazidos pelos alunos. Vejamos alguns conceitos de Construtivismo segundo Fernando Becker "Construtivismo significa a idéia de que nada, a rigor, está pronto, acabado, e de que, especificamente, o conhecimento não é dado, em nenhuma instância, como algo terminado. Ele se constitui pela interação do indivíduo com o meio físico e social, com o simbolismo humano, com o mundo das relações sociais; e se constitui por força de sua ação e não por qualquer dotação prévia, na bagagem hereditária ou no meio, de tal modo que podemos afirmar que antes da ação não há psiquismo nem consciência e, muito menos, pensamento”. Construtivismo é esta forma de conceber o conhecimento: sua gênese e seu desenvolvimento e, por conseqüência, um novo modo de ver o universo, a vida e o mundo das relações sociais

AVALIAÇÃO

A avaliação usada foi a Formativa, pois, ela se deu durante todo processo, A partir do momento que o professor teve os primeiros contatos com os alunos e no decorrer de todas as aulas.
Nós fomos acompanhando todo desempenho dos alunos durante as duas aulas. Primeiramente, procuramos diagnosticar o que eles sabiam com relação ao conteúdo, através de uma conversa informal. A partir do momento que começamos a mostrar o conteúdo, fomos observando-os, no decorrer de todas as aulas; como também procuramos identificar o que eles estavam aprendendo e como cada um estava aprendendo. Fomos fazendo intervenções adequadas para que os mesmos conseguissem realizar as atividades propostas. No final, fizemos uma análise referente às atividades realizadas.
Durante essas, os alunos tiveram oportunidade de juntamente com o professor construir conhecimentos e reconhecer os erros como um ponto de partida para se chegar à forma correta, com vistas na formação de indivíduo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CASTRUCCI, Giovanni et all A Conquista da Matemática - 7ª série do 1º Grau. Ed. FTD

NPOMUCENO, Silvio de Lima. Matemática - 7ª série do 1º Grau. Ed. Brasil

PIERO NETO, Sipione et all. Matemática - 7ª série do 1º Grau. Ed. Saraiva

PIERO NETO, Sipione et all. Matemática - 7ª série do 1º Grau. Ed. Saraiva

LIMA,E. L. Meu professor de Matemática e outras histórias. Coleção do Professor de Matemática , SBM 1993

BARBOSA, João Lucas Marques. Geometria Euclidiana Plana. Coleção Fundamentos da Matemática Elementar. Rio de Janeiro, SBM, 1985.

CARVALHO, Paulo Cezar Pinto de. Introdução à Geometria Euclidiana Espacial. Coleção IMPA/VITAE, Rio de Janeiro, 1993.

DOLCE, Osvaldo e POMPEO, José Nicolau. Fundamentos da Matemática Elementar. Vol. 9 e 10, São Paulo, Atual Editora.

BECKER, Fernando. Da ação à operação: o caminho da aprendizagem; Jean Piaget e Paulo Freire

domingo, 16 de janeiro de 2011

Evoluçaõ Tecnológica

A Evolução Tecnológica é algo muito interessante, pois sempre esteve presente na vida do homem. Abrange desde os primórdios até, e principalmente, os dias atuais. Cada vez aumenta mais sua relação com o homem, e cada vez aumenta mais seu ritmo de evolução. Sendo assim, é algo muito interessante para ser estudado.
Tecnologias são, de uma maneira geral, todas as criações feitas pelo homem, para ampliar sua atuação no planeta e simplificar o modo de vida. Abrange, por exemplo, desde simples ferramentas até complexos aparelhos para se explorar o universo. Compreende coisas simples, que se tornaram fundamentais no cotidiano, como também instrumentos mais complexos indispensáveis a certos ramos profissionais. A evolução tecnológica pode ser dividida da seguinte forma: (Pré história) A partir de tempos remotos. Começou com simples instrumentos de pedra, muito rudimentares, que serviam como instrumentos de corte, estes ajudaram os hominídeos a obterem seus alimentos (subsistência de caça e pesca); e depois descobriu-se como fazer fogo. Depois parte para uma significativa evolução, onde começam a praticar agricultura, desenvolvem técnicas agrícolas, melhoram os instrumentos de corte (ficam mais afiados, pois agora são polidos), passando assim a se dentarizarem.
(Antiguidade) - Compreende a ascensão de grandes civilizações (como civilizações mesopotâmicas e egípcias), o qual permitiu uma grande evolução da agricultura: criação do arado, que se torna um instrumento fundamental. Desenvolvem-se novos materiais, como os tijolos, ladrilhos; e, principalmente, o cobre e o bronze, acarretando o desenvolvimento de novas técnicas de construção; outro material é o ferro forjado, um novo material que poderia ser moldado, desde que submetido a uma temperatura elevada, implicando no aperfeiçoamento da fornalha. Desenvolvem-se a engenharia hidráulica (canais de irrigação), o transporte (carruagens puxadas a cavalo, estradas pavimentadas) e armamentos (aperfeiçoamento de armas, criação da catapulta e da armadura, e carros de guerra).
(Idade Média), - nessa época houve grande contribuição para a agricultura. Assim, aperfeiçoam-se instrumentos com o desenvolvimento do arado pesado, do arreio, e de moinhos d’água. As técnicas de construção são aperfeiçoadas através do arco gótico. Assim, o final desta época é marcado pela criação da tipografia e pela propagação da escrita.
(Idade Moderna), houve grandes avanços no transporte náutico — principalmente com a criação da caravela — e a criação da Máquina a Vapor. Foram também inventados novos instrumentos para a navegação. As armas são bastante aperfeiçoadas, passando a ter maior potência e eficiência, além de terem um custo menor.
(Idade Contemporânea)- é demonstrado a razão pela qual essa época é denominada a Era das Invenções: processo evolutivo em um ritmo bastante acelerado, e inventos que a tecnologia teve desde o começo desta Era até os dias de hoje. Começa inicialmente na Inglaterra, pois foi o país percursor e iniciador da Revolução Industrial. Inicialmente houve grande desenvolvimento na mecânica e vias férreas, e assim na construção de locomotivas e barcos a vapor. Muitos cientistas tornaram-se inventores. Aperfeiçoa-se a indústria têxtil; o aço substitui o ferro; aprimoram-se os instrumentos agrícolas; etc. Constitui assim grande centros industriais, localizados nas cidades. Além disso, ocorre o desenvolvimento das comunicações; da ampliação do uso da eletricidade; da invenção da Máquina de Combustão Interna, que permitiu o desenvolvimento do automóvel, e assim da maior procura pelo petróleo. Após o século XX, ocorreu a invenção das naves espaciais e o desenvolvimento do computador eletrônico — que apesar de já existir desde a Segunda Guerra Mundial, só evoluiu realmente com a invenção dos chips, sendo aplicados nos mais diversos setores.
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