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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A Internet é um lugar de autoria ou de plágio?

A Internet é um lugar de autoria ou de plágio?




O século XXI trouxe consigo grandes avanços tecnológicos, dentre eles, destacamos a popularização da internet como conquista revolucionária em nossa sociedade. Entretanto, tais modificações geram também desafios quanto a adaptação desses instrumentos por parte da população.
Sobretudo, no âmbito educacional, os obstáculos se apresentam no que concerne ao desenvolvimento de habilidades por parte dos educadores e dos educandos quanto ao manuseio adequado dos dispositivos tecnológicos. Atualmente, não se concebe um individuo não tenha fluência ao acessar a internet, sendo esta capacidade tão importante quanto a leitura, escrita e contagem, no enfrentamento da vida cotidiana e na inserção no mercado de trabalho.
Um questionamento constante feito acerca da internet é se este é um lugar de autoria ou de plágio. Plágio refere-se a uma idéia de outra pessoa, que é utilizada com pouca ou nenhuma modificação. Já, o que é de autoria própria, é uma idéia absolutamente inovadora. Compreendendo que a internet é meio de troca de informações, ressaltando ainda que nesse ambiente o câmbio ocorre em milésimos de segundos, torna-se difícil a identificação de produções totalmente inédito.
Há também de se enfatizar que as idéias ou teorias nunca são propriamente originais, visto que qualquer inovação se fomenta em uma idéia antiga acrescida de adaptação. Outrora, as inovações surgiam com um espaçamento de tempo considerável, atualmente, as modificações são velozes, o que exige nas pessoas uma capacidade de aprender e se adaptar cada vez maior.
Devido à dificuldade em fiscalizar o turbilhão de informações que são oferecidas pela internet, como também, a exigência pela fluência tecnológica que é exigida na contemporaneidade, cabe as pessoas o desenvolvimento de habilidades funcionais como também de habilidades reflexivas. As habilidades funcionais para que o manuseio das tecnologias digitais sejam uma constante, e as habilidades reflexivas, para que haja discernimento quanto aos conteúdos educativos e o que é considerado lixo eletrônico. Assim, com a finalidade de utilizar todas as potencialidades digitais, cinco aspectos precisam ser elencados : A autoria; a crítica e a autocrítica; a riqueza das redes; as parcerias colaborativas e a renovação da critica fundamentada nos desafios propostos pela inovação da mídia
.Por fim, partindo do pressuposto que muito do que se é oferecido no âmbito virtual é plágio, deve-se incitar a análise crítica e o agir com ética para melhor uso dos recursos oferecidos pela internet,


Referências Bibliográficas
Demo, Pedro, Habilidades do Século XXI, Boletim Técnico do SENAC, Rio de Janeiro, v.34, n.2, maio/ago.2008 - http:://www.senac.br/BTS/342/artigo-1.pdf


Autora: Antonia Maria de Oliveira

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Plano de AULA

Antonia Maria de Oliveira
Disciplina: Design Didático
Mediadora; ELIZABETH Haier Maia Melo
Atividade - FINAL


PLANO DE AULA






PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINA GRANDE PARAÍBA
ESCOLA MUNICIPAL MARIA ANUNCIADA BEZERRA
COMPONENTE CURRICULAR: MATEMÁTICA
SÉRIE: 7° ANO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
TURNO: TARDE
FACILITADORA: ANTONIA MARIA DE OLIVEIRA

PLANO DE AULA


TEMA DA AULA: Triângulos
A EMENTA DO CURSO:
Potências e raízes. Conjunto dos números inteiros. Conjunto de números racionais relativos. Equações do 1° grau. Inequações do 1° grau. Razão e proporção. Grandezas proporcionais e regras de três. Porcentagem e juros simples. Estudo dos ângulos. Estudando triângulos e quadriláteros.
OBJETIVO GERAL – Perceber semelhanças e diferenças entre objetos no espaço, identificando formas tridimensionais ou bidimensionais, em situações que envolvam descrições orais, construções, cálculos e representações.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1) Identificar e classificar os tipos de triângulos quanto aos lados e ângulos;
2) Determinar a soma dos ângulos internos e externos de um triângulo;
3) Resolver situações-problema envolvendo área de triângulo;
4) Construir outras figuras geométricas a partir do triângulo;
5) Elaborar textos a partir do triângulo com a construção de outras figuras;
6) Intercalar a matemática a outras áreas de conhecimentos.

PÚBLICO – ALVO: Alunos do 7° Ano da Educação Básica.
CRONOGRAMA: 2 aulas de 50 minutos cada (1 hora e 40 minutos)
CONTEÚDO: Triângulos
1ª AULA
CONTEUDO- Conceito, identificação dos triângulos, e classificação
ESTRATÉGIAS
Para introduzir esta aula procuramos identificar o conhecimento prévio dos alunos fazendo uma revisão sobre os polígonos, onde trabalhamos os elemento e nomenclatura dos mesmos. Esta foi feita em forma de pesquisa via internet e através do objeto de aprendizagem RIVED, dispusemos vários links para que pudessem fazer a pesquisa, sobre nossa orientação. A aula se deu no Laboratório de Informática, onde os alunos foram divididos em dupla, às quais foram formadas levando em consideração a zona proximal de desenvolvimento. O aluno que já tinha noção de informática auxiliava-nos no trabalho com a turma, executando o papel de aluno monitor Após o estudo mostramos várias figuras planas e espaciais para que eles manuseassem e reconhecessem dentre essas figuras, o triângulo. Dando continuidade, utilizamos o data show e o computador para juntamente com os aprendizes construíssemos o conceito de triângulos, identificássemos triângulos, e fizéssemos a classificação dos triângulos quanto os lados e ângulos
2ª AULA
CONTEÚDO – Construção de figuras geométricas a partir do triângulo e Produção textual.
ESTRATÉGIAS
Pedimos que eles construíssem outras formas geométricas a partir do triângulo, usando o programa PAINT, o que foi realizado com muita euforia por parte dos alunos, Sobre nossa intervenção chegaram a construir as peças do quebra cabeça tangran. Após essa realização pedimos que utilizassem as mesmas e criassem produções textuais, nos quais, outras disciplinas fossem intercaladas ao conteúdo matemático em estudo. Com nossa mediação conseguimos que eles criassem vários textos como: paródia, poema e textos narrativos. Posteriormente, pedimos que eles elaborassem em dupla, situações-problemas dentro de suas realidades envolvendo o tema trabalhado. Cada dupla passa a sua questão previamente elaborada para que a dupla seguinte responda, sendo assim, todos respondem questões e exercitam seus conhecimentos, que no final são debatidas em todo grupo. Após a realização de todas as atividades usamos uma câmara digital para fotografar os trabalhos realizados por eles e criamos um blog, intitulado Blog 7º Ano para colocarmos em exposição os trabalhos realizados. Como também fizemos o registro de todos os momentos das aulas para revertemos em vídeo, dando oportunidade para que outros educadores da escola possam vê-las e outras pessoas que cheguem a visitar o blog. Durante toda atividade tivemos o cuidado para incentivá-los quanto o erro, para que a partir do mesmo se chegassem à forma esperada.

MAPA CONCEITUAL



A TEORIA DE APRENDIZAGEM SUBJACENTE

A Teoria de aprendizagem na qual nos embasamos para realizar essas aulas foi a Construtivista. Já que nosso aluno teve a oportunidade de construir o conhecimento juntamente com o professor os aprendizes usaram materiais concretos, onde puderam manuseá-los, construíram formas, produziram textos, elaboraram situações – problema, sempre relacionados ao meio social onde estavam inseridos. Por outro lado, o professor deixou de ser um mero transmissor de conhecimento e passou a ser um investigador, observador, mediador, avaliador e facilitador de conhecimentos. Em todo momento das aulas o professor teve a preocupação de respeitar os conhecimentos de vida trazidos pelos alunos. Vejamos alguns conceitos de Construtivismo segundo Fernando Becker "Construtivismo significa a idéia de que nada, a rigor, está pronto, acabado, e de que, especificamente, o conhecimento não é dado, em nenhuma instância, como algo terminado. Ele se constitui pela interação do indivíduo com o meio físico e social, com o simbolismo humano, com o mundo das relações sociais; e se constitui por força de sua ação e não por qualquer dotação prévia, na bagagem hereditária ou no meio, de tal modo que podemos afirmar que antes da ação não há psiquismo nem consciência e, muito menos, pensamento”. Construtivismo é esta forma de conceber o conhecimento: sua gênese e seu desenvolvimento e, por conseqüência, um novo modo de ver o universo, a vida e o mundo das relações sociais

AVALIAÇÃO

A avaliação usada foi a Formativa, pois, ela se deu durante todo processo, A partir do momento que o professor teve os primeiros contatos com os alunos e no decorrer de todas as aulas.
Nós fomos acompanhando todo desempenho dos alunos durante as duas aulas. Primeiramente, procuramos diagnosticar o que eles sabiam com relação ao conteúdo, através de uma conversa informal. A partir do momento que começamos a mostrar o conteúdo, fomos observando-os, no decorrer de todas as aulas; como também procuramos identificar o que eles estavam aprendendo e como cada um estava aprendendo. Fomos fazendo intervenções adequadas para que os mesmos conseguissem realizar as atividades propostas. No final, fizemos uma análise referente às atividades realizadas.
Durante essas, os alunos tiveram oportunidade de juntamente com o professor construir conhecimentos e reconhecer os erros como um ponto de partida para se chegar à forma correta, com vistas na formação de indivíduo.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CASTRUCCI, Giovanni et all A Conquista da Matemática - 7ª série do 1º Grau. Ed. FTD

NPOMUCENO, Silvio de Lima. Matemática - 7ª série do 1º Grau. Ed. Brasil

PIERO NETO, Sipione et all. Matemática - 7ª série do 1º Grau. Ed. Saraiva

PIERO NETO, Sipione et all. Matemática - 7ª série do 1º Grau. Ed. Saraiva

LIMA,E. L. Meu professor de Matemática e outras histórias. Coleção do Professor de Matemática , SBM 1993

BARBOSA, João Lucas Marques. Geometria Euclidiana Plana. Coleção Fundamentos da Matemática Elementar. Rio de Janeiro, SBM, 1985.

CARVALHO, Paulo Cezar Pinto de. Introdução à Geometria Euclidiana Espacial. Coleção IMPA/VITAE, Rio de Janeiro, 1993.

DOLCE, Osvaldo e POMPEO, José Nicolau. Fundamentos da Matemática Elementar. Vol. 9 e 10, São Paulo, Atual Editora.

BECKER, Fernando. Da ação à operação: o caminho da aprendizagem; Jean Piaget e Paulo Freire

domingo, 16 de janeiro de 2011

Evoluçaõ Tecnológica

A Evolução Tecnológica é algo muito interessante, pois sempre esteve presente na vida do homem. Abrange desde os primórdios até, e principalmente, os dias atuais. Cada vez aumenta mais sua relação com o homem, e cada vez aumenta mais seu ritmo de evolução. Sendo assim, é algo muito interessante para ser estudado.
Tecnologias são, de uma maneira geral, todas as criações feitas pelo homem, para ampliar sua atuação no planeta e simplificar o modo de vida. Abrange, por exemplo, desde simples ferramentas até complexos aparelhos para se explorar o universo. Compreende coisas simples, que se tornaram fundamentais no cotidiano, como também instrumentos mais complexos indispensáveis a certos ramos profissionais. A evolução tecnológica pode ser dividida da seguinte forma: (Pré história) A partir de tempos remotos. Começou com simples instrumentos de pedra, muito rudimentares, que serviam como instrumentos de corte, estes ajudaram os hominídeos a obterem seus alimentos (subsistência de caça e pesca); e depois descobriu-se como fazer fogo. Depois parte para uma significativa evolução, onde começam a praticar agricultura, desenvolvem técnicas agrícolas, melhoram os instrumentos de corte (ficam mais afiados, pois agora são polidos), passando assim a se dentarizarem.
(Antiguidade) - Compreende a ascensão de grandes civilizações (como civilizações mesopotâmicas e egípcias), o qual permitiu uma grande evolução da agricultura: criação do arado, que se torna um instrumento fundamental. Desenvolvem-se novos materiais, como os tijolos, ladrilhos; e, principalmente, o cobre e o bronze, acarretando o desenvolvimento de novas técnicas de construção; outro material é o ferro forjado, um novo material que poderia ser moldado, desde que submetido a uma temperatura elevada, implicando no aperfeiçoamento da fornalha. Desenvolvem-se a engenharia hidráulica (canais de irrigação), o transporte (carruagens puxadas a cavalo, estradas pavimentadas) e armamentos (aperfeiçoamento de armas, criação da catapulta e da armadura, e carros de guerra).
(Idade Média), - nessa época houve grande contribuição para a agricultura. Assim, aperfeiçoam-se instrumentos com o desenvolvimento do arado pesado, do arreio, e de moinhos d’água. As técnicas de construção são aperfeiçoadas através do arco gótico. Assim, o final desta época é marcado pela criação da tipografia e pela propagação da escrita.
(Idade Moderna), houve grandes avanços no transporte náutico — principalmente com a criação da caravela — e a criação da Máquina a Vapor. Foram também inventados novos instrumentos para a navegação. As armas são bastante aperfeiçoadas, passando a ter maior potência e eficiência, além de terem um custo menor.
(Idade Contemporânea)- é demonstrado a razão pela qual essa época é denominada a Era das Invenções: processo evolutivo em um ritmo bastante acelerado, e inventos que a tecnologia teve desde o começo desta Era até os dias de hoje. Começa inicialmente na Inglaterra, pois foi o país percursor e iniciador da Revolução Industrial. Inicialmente houve grande desenvolvimento na mecânica e vias férreas, e assim na construção de locomotivas e barcos a vapor. Muitos cientistas tornaram-se inventores. Aperfeiçoa-se a indústria têxtil; o aço substitui o ferro; aprimoram-se os instrumentos agrícolas; etc. Constitui assim grande centros industriais, localizados nas cidades. Além disso, ocorre o desenvolvimento das comunicações; da ampliação do uso da eletricidade; da invenção da Máquina de Combustão Interna, que permitiu o desenvolvimento do automóvel, e assim da maior procura pelo petróleo. Após o século XX, ocorreu a invenção das naves espaciais e o desenvolvimento do computador eletrônico — que apesar de já existir desde a Segunda Guerra Mundial, só evoluiu realmente com a invenção dos chips, sendo aplicados nos mais diversos setores.
Origem: Wikilivros, livros abertos por um mundo aberto.